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António Costa Silva quer antecipar meta de investimento em I&D

Novembro 29, 2022

António Costa Silva, ministro da Economia e do Mar pretende antecipar a meta proposta para o investimento em inovação e desenvolvimento (I&D). A meta prevista representa 3% do PIB, ou Produto Interno Bruto.

 

Segundo indicações de António Costa Silva durante a inauguração do centro Nokia para I&D em redes móveis 5G e 6G, em 2021 o investimento em I&D atingiu 41,64% do PIB. Deve chegar a 3% do PIB em 2030, mas pretende antecipar essa realidade.

 

O ministro defende a possibilidade de antecipação da meta devido ao investimento feito em Portugal por outras multinacionais na área da tecnologia. Em 2021 foi avançada uma programação adequada para a alavancagem do investimento em I&D, de forma a que o objetivo seja alcançado.

 

António Costa Silva considera sobre a antecipação da meta de investimento em I&D que “Existem cada vez mais propostas de investimento em áreas de centros de conhecimento e do saber, e isso é absolutamente vital. Temos aqui uma espécie de mudança do paradigma de intervenção das companhias internacionais. (…) Hoje, estamos a direcionar os investimentos para a área da tecnologia, do conhecimento, daquilo que são as respostas tecnológicas avançadas no futuro”.

 

Os investimentos realizados pela Nokia em Portugal durante a sua atividade em território nacional desde 1982 também foram salientados, que o ministro considera estar alinhados com a estratégia governamental.

 

Portugal tem um papel a desempenhar para a autonomia estratégica da Europa e da liderança tecnológica que a Europa deve ter em áreas-chave para António Costa Silva. Foi revelado que o país é o 3º da UE que mais engenheiros forma de alta qualidade.

 

O Governo pretende um modelo de desenvolvimento económico assente na inovação tecnológica, conhecimento e disseminação do mesmo por toda a estrutura produtiva”.  Portugal regista aproximadamente 72 mil pessoas empregadas em 208 centros tecnológicos de multinacionais, dos quais 37 são centros I&D.

 

Foi ainda indicado que A maior parte do investimento em I&D é feito pelas empresas em consonância com o investimento público, referindo os cerca de 26 mil investigadores que realizam investigação e trabalhos de doutoramento em contexto empresarial.

 

As exportações de alta e média tecnologia cresceram 40%, desde 2015 e o saldo da balança tecnológica do país multiplicou-se por 10 vezes. De 119 milhões de euros em 2015 para 1 239 milhões de euros em 2021.

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